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WhatsApp Image 2018 06 29 at 14.18.21No total, 68 feirantes da Associação de Pescado e Feirantes da Treze de Setembro aguardam definição sobre o local para onde serão transferidos, e procuraram o Ministério Público do Amapá (MP-AP) para que provocasse uma reunião entre os representantes dos trabalhadores, da Prefeitura de Macapá (PMM) e Governo do Estado (GEA). O promotor de Justiça da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, Conflitos Agrários, Habitação e Urbanismo (Prodemac), Wueber Penafort, e o servidor do MP Comunitário, José Villas Boas, intermediaram o diálogo nessa quarta-feira, 27.

 

A presidente da Associação de Feirantes, Claudete Cereja, relatou que atualmente o principal problema é a falta de definição a respeito do local para onde serão deslocados, uma vez que, de acordo com a representante, o GEA e PMM ainda não chegaram à uma conclusão sobre a nova localização. “No início do ano, o GEA demoliu o almoxarifado da Delegacia de Polícia e disseram que seríamos transferidos para lá após reforma, para que saíssemos da rua que entraria em obra de pavimentação. O prefeito Clécio, também reuniu e disse que iríamos para a Feira Maluca, mas até agora nada foi cumprido e continuamos sem destino”.

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico (SEMDEC), Rodrigo Carvalho, explicou que a PMM trabalha para resolver a situação, mas, que no momento não tem recursos previstos para obra, e foram dadas alternativas para os feirantes, que não foram aceitas por diversos motivos, e ainda que o projeto da Feira Maluca contempla somente hortifrutigranjeiros. A presidente Claudete relatou que os feirantes ocupam a Treze de Setembro há 40 anos, e dos 68, 30 são peixeiros, e que é importante que continuem trabalhando no mesmo espaço, portanto qualquer solução precisa levar em consideração estas condições.

 

O promotor Wueber Penafort pontuou que os feirantes precisam de um lugar digno para trabalhar, e a cidade precisa ser organizada e com mobilidade urbana adequada, e para isso, é necessário que PMM e GEA apresentem soluções para resolver a questão. “O MP-AP irá intermediar para que se chegue à uma definição e dividam responsabilidades. Vamos reunir novamente no dia 4 de julho, para darmos continuidade a este processo de diálogo”.

 

 

SERVIÇO:

Mariléia Maciel

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

Contato: (96) 3198-1616

E-mail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

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